Com uma pergunta no título “Casas Bahia, passivo reputacional ou crise do varejo?” Camila Farani, investidora de capital de risco há 15 anos, presidente da G2 Capital respondeu em sua coluna no Estadão: “A resposta é os dois, um alimentou o outro de formas que o balanço não consegue mostrar sozinho”. E avisou: “Tem uma história anterior ao balanço que precisa ser contada”.
O interessante é que foram os jornalistas que levantaram os fatos que a investidora descreve como anteriores ao balanço, embora agora a maior parte das reportagens tenha se fixado na “crise do varejo”, que está longe de ser nova, ao explicar o endividamento de 17 bilhões do grupo que, na era pré-Amazon e Mercado Livre, foi um dos mais influentes no país, e também um dos maiores anunciantes da mídia também abalada pela Internet.
“Samuel Klein, o fundador, construiu a Casas Bahia do zero. Imigrante polonês que sobreviveu à guerra, chegou ao Brasil sem nada e ergueu uma das maiores redes de varejo da América Latina. A narrativa do self-made man foi repetida por décadas pela imprensa, pelos livros de gestão, pelas palestras de empreendedorismo. O que ninguém contou, até a Agência Pública investigar em 2021, é que Klein manteve por décadas um esquema de aliciamento e exploração sexual das crianças e adolescentes dentro da própria estrutura da empresa. O caso ganhou nome: ‘Caso K’”, pontua a investidora.
Farani também lembra o caso do filho de Samuel, Saul Klein, que se tornou réu em maio deste ano por favorecimento à prostituição, tráfico de pessoas incluindo menores de idade e organização criminosa. Se o pai não foi processado, porque a imprensa silenciou até depois da sua morte, mesmo com a existência de registros policiais e judiciais desde os anos 1990, o caso Saul mereceu maior cobertura depois que passou a ser investigado pelo Ministério Público no final de 2020.
Ainda assim, o escândalo do fundador das Casas Bahia rendeu consequências depois da publicação da reportagem da Pública, em abril de 2021, a primeira a fazer justiça às vítimas, muitas delas menores quando os crimes foram cometidos, e que só adultas descobriram que os crimes já haviam prescrito.
Até a família Klein reagiu às revelações suspendendo as atividades do Instituto Samuel Klein, criado pelos netos de Samuel depois da sua morte, em 2014, para preservar um legado, manchado pela revelação dos crimes do patriarca. Embora parte das ações da família nas Casas Bahia tenha sido vendida em 2013, e a empresa tenha se tornado uma sociedade aberta em 2019, até hoje a família tem presença na administração: Raphael Klein, neto de Samuel e filho de Michael Klein, faz parte do Conselho de Administração e participa dos comitês de Finanças e de Pessoas e Governança.
Como observa Farani, o que as Casas Bahia vendiam era o sentimento de pertencimento e confiança aos clientes de baixa renda, que adquiriam carnês a juros que engordavam o patrimônio dos Klein, mas os permitiam realizar sonhos de consumo de bens que já eram essenciais para os mais endinheirados, como fogões, geladeiras e TVs. Essa confiança foi quebrada quando esses bens se tornaram “presentes” para as filhas de famílias pobres exploradas sexualmente por Samuel Klein, como mostraram as manifestações feitas às portas da sede das Casas Bahia depois da reportagem da Pública.
É por isso que apesar da crise do varejo desde a chegada do e-commerce e do peso dos altos juros que dificultam toda a economia brasileira (sobre isso veja a coluna de Clara Saliba), não se pode ver esse caso apenas como financeiro: “A crise financeira tem solução técnica. Renegocia dívida, fecha loja, corta custo, busca comprador. É doloroso, é caro, mas tem caminho. A crise de identidade é outra coisa. Ela acontece quando o que estava no fundamento da marca é exatamente o que não pode mais ser dito”, diz Farani.
Se isto serve de lição para os empresários, para nós, jornalistas, dá a medida da importância do jornalismo investigativo independente, que rompeu o pacto de silêncio na imprensa, talvez cultivado pelo peso do anunciante. Também mostra porque apesar de tantas crises enfrentadas pelo próprio jornalismo, ele continua a ser uma ferramenta essencial para a sociedade, a justiça, a democracia.
Com todas as mudanças na comunicação, e com os novos donos da mídia, as bigtechs, são as revelações advindas da apuração e da coragem dos jornalistas que têm o poder de mover a sociedade, expondo as injustiças e os crimes cometidos por gente como Samuel e Saul Klein, Daniel Vorcaro e outras figurinhas de sucesso no meio empresarial e político.
Um trunfo do país também nessas eleições, ameaçadas por mentiras e desinformação nas redes sociais e até por interferência estrangeira - como Donald Trump e os Bolsonaro não nos permitem esquecer. De olho neles!
Marina Amaral
marina.amaral@apublica.org
Diretora Executiva da Agência Pública
Festival de Lençóis transforma a Chapada Diamantina em um grande palco de encontros, ritmos e celebração
Entre a natureza, casarões históricos e ruas de pedra, Lençóis volta a se transformar em cenário para encontros que unem diferentes gerações, sonoridades e estilos musicais. De 4 a 6 de setembro, o Festival de Lençóis realiza sua 27ª edição reunindo artistas consagrados da música brasileira e talentos que carregam a força cultural da Bahia, em uma programação gratuita que reafirma a sua vocação para a celebração da diversidade musical.
A abertura, na sexta-feira (04), traz um espetáculo que nasce das raízes da própria Chapada. A Família Grãos de Luz e Griô abre a programação do palco principal, seguida do show Abrindo os Caminhos, que vai reunir Banjo Novo, Samba de Roda das Baianas de Lençóis, Percuhitts e Reisado da Viola, em uma grande celebração da ancestralidade, da cultura popular e das tradições que atravessam gerações.
No sábado (5), a programação passeia por diferentes universos musicais. André Fonseca e Jamile Santos iniciam a noite, preparando o público para Rachel Reis, um dos principais nomes da nova música brasileira, levando ao palco sua mistura de MPB, pop, reggae e sonoridades afro-baianas. Encerrando a noite, Michel Teló leva ao festival sucessos do sertanejo que consolidaram sua trajetória nacional e internacional. Já no domingo (6), a Phylarmônica Lyra Popular de Lençóis abre a programação, seguida de Larissa Luz e do encerramento com Cidade Negra, banda de reggae que há décadas embala o público com clássicos.
“O Festival de Lençóis sempre acreditou que a música é uma ponte entre pessoas, culturas e histórias. A cada edição buscamos construir uma programação que emocione, surpreenda e dialogue com diferentes públicos, valorizando tanto os grandes nomes da música brasileira quanto os artistas que representam a identidade da nossa terra. É esse encontro que faz do festival uma experiência tão especial”, afirma Paula Resende, idealizadora do Festival de Lençóis.
Realizado em praça pública e com acesso gratuito, o Festival de Lençóis está consolidado como um dos mais importantes eventos culturais da Bahia. Ao longo de quase três décadas, o festival fortalece o turismo, movimenta a economia local e transforma a cidade em um espaço de convivência entre música, patrimônio, natureza e cultura, atraindo visitantes de diferentes partes do país.
A abertura, na sexta-feira (04), traz um espetáculo que nasce das raízes da própria Chapada. A Família Grãos de Luz e Griô abre a programação do palco principal, seguida do show Abrindo os Caminhos, que vai reunir Banjo Novo, Samba de Roda das Baianas de Lençóis, Percuhitts e Reisado da Viola, em uma grande celebração da ancestralidade, da cultura popular e das tradições que atravessam gerações.
No sábado (5), a programação passeia por diferentes universos musicais. André Fonseca e Jamile Santos iniciam a noite, preparando o público para Rachel Reis, um dos principais nomes da nova música brasileira, levando ao palco sua mistura de MPB, pop, reggae e sonoridades afro-baianas. Encerrando a noite, Michel Teló leva ao festival sucessos do sertanejo que consolidaram sua trajetória nacional e internacional. Já no domingo (6), a Phylarmônica Lyra Popular de Lençóis abre a programação, seguida de Larissa Luz e do encerramento com Cidade Negra, banda de reggae que há décadas embala o público com clássicos.
“O Festival de Lençóis sempre acreditou que a música é uma ponte entre pessoas, culturas e histórias. A cada edição buscamos construir uma programação que emocione, surpreenda e dialogue com diferentes públicos, valorizando tanto os grandes nomes da música brasileira quanto os artistas que representam a identidade da nossa terra. É esse encontro que faz do festival uma experiência tão especial”, afirma Paula Resende, idealizadora do Festival de Lençóis.
Realizado em praça pública e com acesso gratuito, o Festival de Lençóis está consolidado como um dos mais importantes eventos culturais da Bahia. Ao longo de quase três décadas, o festival fortalece o turismo, movimenta a economia local e transforma a cidade em um espaço de convivência entre música, patrimônio, natureza e cultura, atraindo visitantes de diferentes partes do país.
Exclusivo: Argumento original de Dark Horse tinha jornalista como inimiga número 1
Quem já investigou os Bolsonaro por obrigação da profissão, como é o nosso caso aqui na Agência Pública, sabe que atacar a imprensa é o modus operandi da família quando ela quer se livrar de qualquer suspeita ou acusação séria que merece uma boa explicação. É o velho: “shoot the messenger” – mate o mensageiro – e assim as pessoas esquecerão a mensagem. Não à toa, durante a presidência de Jair, o mandatário foi quem mais atacou os profissionais do jornalismo: foram 570 no total, um ataque a cada dois dias e meio, segundo levantamento da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ).
Pois um documento interno da produção do filme Dark Horse demonstra que um dos principais objetivos do filme era atacar a imprensa e associá-la a uma suposta conspiração para matar Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, quando ele levou uma facada de Adélio Bispo – que, segundo três investigações da PF, agiu sozinho.
No argumento obtido com exclusividade pela Pública, o autor, hoje deputado federal Mário Frias Filho, apresenta como personagem antagonista a Bolsonaro uma jornalista que tem ligações com o Partido Comunista, ajudou a guerrilha de Carlos Lamarca e criou desinformação para prejudicar o político. O filme, segundo o documento, teria o objetivo de “atrair o público para a nossa história e traçar o desenvolvimento de um herói cristão, com foco em sua Missão Divina de transformar o povo brasileiro.”
Foi esse argumento enviado ao diretor e roteirista Cyrus Nowrasteh para servir como base para o roteiro final do filme – Nowrasteh recebeu 57 mil dólares logo de cara, em 2024, conforme revelou a Agência Pública, em pagamento que a produtora tentou enviar através de uma empresa húngara.
Ao ler o argumento, Cyrus pediu mais detalhes: “Como os jornalistas cooperaram com a oposição [a Jair Bolsonaro]? Como eles encobriram o assassinato e fizeram parecer que foi obra de um louco solitário [Adélio Bispo]? É preciso transmitir a esmagadora parcialidade da mídia brasileira”.
Além de Mário Frias, o argumento também é assinado por Walther Neto, da WN produções.
Walther Neto afirmou que trabalhou no argumento original entre o final de 2022 e 2023, e não teve mais contato com a produção desde então.
Segundo ele, durante a colaboração ele ajudou a desenvolver, a pedido de Frias, a personagem fictícia da jornalista como parte de uma ampla gama de “antagonistas” à trajetória de Jair Bolsonaro, incluindo ainda personagens de congressistas e generais. “Isso é uma liberdade e uma estratégia de roteiro e não tinha objetivo de representar toda a imprensa. É apenas uma alegoria e uma estratégia de criar antagonistas dentro de uma estrutura clássica de roteiro”, afirma.
Neto afirma que no argumento que participou, a facada era apenas um elemento menor e não tinha o papel central que acabou adquirindo no roteiro final. “Não tenho absolutamente nenhuma relação com o Dark Horse, não sei a linha que foi feita nem o roteiro que foi adotado. Não escrevi o roteiro, apenas ideias”.
Procurado pela coluna, Mário Frias Filho não respondeu até a publicação.
O espaço segue aberto.
A jornalista “Iara”
O argumento desenvolvido por Mário Frias Filho repete uma mentira inventada por Bolsonaro – que ele teria ajudado a localizar o líder guerrilheiro Carlos Lamarca no Vale do Ribeira em 1975 – para criar a origem da principal antagonista, a jornalista Iara Lima, cujo objetivo expresso é “representar as ações da imprensa contra Jair”.
Iara seria uma estudante de 18 anos na época da operação militar contra Lamarca, filha de políticos influentes no Rio de Janeiro e ligada ao Partido Comunista. Ela teria fugido ao cerco militar “e sempre acreditou que o jovem Jair foi um dos responsáveis pela morte de seus companheiros durante o ataque do exército no Vale do Ribeira, em SP”.
Como sabemos, Jair não teve nenhum papel no cerco, a Lamarca escapou à operação sem precedentes, que usou até bombas de Napalm na região do interior de São Paulo.
“Ela perdeu companheiros nessa batalha e tinha laços pessoais com organizações terroristas da época que estiveram envolvidas em diversos assassinatos e sequestros”, detalha o argumento. Anos depois, como jornalista, ela usaria sua “arma poderosa contra Jair”.
“Suas histórias são usadas pela mídia para criticar, deturpar e distorcer a verdade. Ela é uma inimiga declarada de Jair", diz o documento.
Durante a campanha presidencial de 2018, uma grande conspiração envolvendo Adélio Bispo se armaria contra ele: “uma campanha de desinformação que Iara ajudou a criar”, segundo o argumento de Mário Frias.
“Agora podemos ver com mais detalhes a trama envolvendo personagens fictícios que representam grupos influentes brasileiros que teriam participado do esquema, bem como a forma como a mídia, advogados e juízes tentaram apressadamente simplificar e isolar as informações.
Eles esconderam fatos e levaram desinformação à população. Adélio foi protegido pelos conspiradores, que tinham advogados poderosos e bem pagos prontos para defendê-los, e juntamente com magistrados, protegeram Adélio, impedindo que a Justiça investigasse minuciosamente o caso, e assim confundiram a população por meio de informações falsas veiculadas na imprensa por Iara.”
A tal da jornalista estaria imbricada na tentativa de esconder a conspiração para matar Bolsonaro.
Um dos poucos diálogos elaborados no texto constrói uma cena em que uma voz não identificada ao telefone afirma o seguinte:
“Vamos acionar os advogados, nada pode vazar.
A Iara vai avisar a imprensa para amenizar a ação do Adélio.
Vamos dizer que ele tem transtorno mental.
Vamos seguir normalmente, então fiquem calmos!
Não há como eles nos alcançarem.
Aquele homem não poderia ter sobrevivido!"
Sim, eu sei que é brega. Mas a mensagem é clara: a imprensa está envolvida na conspiração para matar Bolsonaro.
Pra quem acredita em “bolsonarismo light” é bom relembrar que é esta a turma que concorrerá à presidência na chapa de Flávio Bolsonaro. Em 2023, quando o plano de negócios do filme já estava elaborado, era este o argumento que era apresentado aos potenciais patrocinadores.
Eduardo Bolsonaro assinava contratos como “financiador” do filme, Flávio sabia muito bem como ele estava sendo planejado, Jair tinha vendido sua história de vida para Mário Frias e Karina Ferreira da Gama, dona da produtora Go Up Entertainment.
Criminalizar a imprensa perante um público amplo fazia parte do plano original de Dark Horse.
Com o passar do tempo, os ataques foram aparentemente suavizados no roteiro final. A personagem Iara Lima virou a jornalista Lara Clarke, descrita como uma “repórter atraente, opinativa e muito inteligente” que teria ligação com o mandante da tentativa de assassinato.
Mas, no roteiro assinado por Cyrus e seu filho, Mark Nowrasteh, ao final Lara Clarke ajuda a identificar “mandantes”.
Natalia Viana
natalia@apublica.org
Diretora Executiva da Agência Pública
Projeto determina que a cor dos medicamentos correponda à sua classe terapêutica

Confiança sobe em 21 setores industriais, aponta CNI

Em maio, os resultados setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) apontam que a confiança subiu em 21 dos 29 segmentos da indústria, revela levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (28). Por outro lado, o indicador caiu em oito setores. Com o resultado, três setores passaram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança. São eles: impressão e reprodução (+5,8 pontos, para 52,6 pontos); produtos diversos (+2,5 pontos, para 51,6 pontos); e máquinas e materiais elétricos (+0,7 ponto, para 50,2 pontos).
Outros três segmentos fizeram a transição contrária e, agora, apresentam pessimismo: biocombustíveis (-2,5 pontos, para 49,8 pontos); calçados e suas partes (-3,3 pontos, para 48,9 pontos); e veículos automotores (-3,9 pontos, para 47,9 pontos). Vale lembrar que o ICEI vai de 0 a 100 pontos. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança dos empresários e, acima, confiança. Com isso, o balanço final do mês de maio repete o resultado de abril, ou seja, 23 de 29 setores continuam sem confiança, enquanto seis seguem confiantes. Segundo Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, a falta de confiança prejudica o setor e a atividade econômica.
“A confiança do empresário está ligada à sua capacidade de investir e desenvolver novos projetos. Quando o empresário demonstra incerteza, ele investe menos e executa menos iniciativas. Uma luz vermelha se acende quando observamos falta de confiança”, explica a economista.
ICEI por porte de empresa - O ICEI aumentou entre todos os portes de empresas na passagem de abril para maio. O destaque fica por conta das pequenas indústrias, cujo índice subiu 2 pontos. Nas indústrias de médio porte, o indicador aumentou 0,4 ponto, enquanto nas grandes, cresceu 0,5 ponto. Com a alta, as indústrias de grande porte migraram de falta de confiança para confiança, ainda que moderada. As pequenas e médias indústrias continuam abaixo dos 50 pontos, demonstrando pessimismo.
ICEI por região geográfica - A confiança da indústria subiu nas regiões Sudeste (+1,8 ponto), Sul (+1 ponto) e Centro-Oeste (+0,7 ponto), mas caiu nas regiões Nordeste (-0,6 ponto) e Norte (-0,3 ponto). O movimento foi insuficiente para alterar o cenário geral na passagem de abril para maio.
Os empresários do Sul e do Sudeste continuam pessimistas. Já os industriais no Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem otimistas.Nordeste: 51,7 pontos
Norte: 51,3 pontos
Centro-Oeste: 50,9 pontos
Sul: 48,2 pontos
Sudeste: 47,7 pontos
Mais sobre o ICEI Setorial
Para esta edição, a CNI consultou 1.800 empresas: 771 de pequeno porte; 648 de médio porte; e 441 de grande porte, entre os dias 5 e 14 de maio de 2025.
Por: Felipe Moura
Foto: Claraboia Filmes / CNI
Da Agência de Notícias da Indústria
Comissão aprova indenização para parentes e vítimas de incêndio na boate Kiss

AdTechs e suas tendências para 2025: estamos aqui e com mais força ainda
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| Por Jesse Benedito (*) |
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