Os efeitos da crise, que já tinham influenciado as campanhas salariais em 2015, foram sentidos com mais intensidade no passado, quando apenas 18,9% dos acordos analisados pelo Dieese tiveram aumento real (acima da inflação, medida pelo INPC-IBGE). O resultado, equivalente a 2003, foi o pior da série histórica, iniciada em 1996. Foram 36,7% de acordos com índices inferiores à inflação, quase o dobro do ano anterior (19%). Os demais 44,4% foram equivalentes ao INPC.
Com o resultado negativo, a variação média dos reajustes ficou abaixo do índice de inflação: -0,52%. O instituto analisou 714 negociações, na indústria, no comércio e no setor de serviços. (Contraf)
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