Jetro Salazar, da Honda Racing, defende o título da categoria MX1 no Brasileiro de Motocross 2023. - Crédito: Ney Evangelista/Mundo Press - Sorocaba (SP) - A largada para o Campeonato Brasileiro de Motocross será neste domingo (16/4) em Sorocaba (SP). E os pilotos já começaram a sentir as dificuldades da principal competição do país nas sessões de treinos deste sábado (15/4), pois a lama, resultado das chuvas dos últimos dias, tornou a pista ainda mais desafiadora. A organização modificou a programação de treinos, reduzindo de duas para apenas uma sessão as categorias MX1 e MX2, e cancelou o da MXF. O equatoriano Jetro Salazar, da Equipe Honda Racing, foi o terceiro mais rápido na MX1 e seu companheiro Hector Assunção, o quinto. Eles utilizam motos Honda CRF 450R. Na MX2, Luiz Filipe Filho, também da Honda Racing e com uma moto CRF 250R, marcou o sétimo tempo. Atual campeão brasileiro MX1 e dono de cinco títulos nacionais, Jetro Salazar destacou as condições da pista. “O treino foi mudado na última hora, seriam duas sessões e ficou apenas uma. Torna-se mais difícil porque você já tem de conhecer a pista e fazer volta rápida no mesmo treino. Mas foi igual para todo mundo. Conseguiu fazer P3, para ter uma boa posição no gate de largada para este domingo, que era o meu objetivo. Temos tudo para fazer duas corridas boas e, se Deus quiser, sair com a vitória na primeira etapa”, afirmou o equatoriano. O paulista Hector Assunção, que é dono de 11 títulos do Campeonato Brasileiro, classificou a pista como “desafiadora”, e já saiu do treino traçando planos para a bateria. “O que importa é a corrida. Estou me sentindo bem na moto e quando baixar o gate é que o bicho vai pegar”, disse o piloto. Estreante na Honda Racing, o goiano Luiz Filipe Filho destacou o entrosamento com a nova equipe. “Foi um treino com pista bem pesada, em condições extremas, mas eu fiz o meu melhor e terminei com a P7. Mas dá para melhorar bastante amanhã. Estou me soltando cada vez mais com a moto (Honda CRF 250R) e com a equipe, me sentindo à vontade e cada dia indo em busca da evolução”, destacou o atual campeão goiano das classes MX1, MX2 e MX2Jr. O paulista Fredy Spagnol sofreu uma queda durante os treinos. “A pista estava com bastante barro e eu caí numa reta. A moto escorregou, o meu pé travou e torceu. Não consegui terminar uma volta rápida, mas vamos fazer o possível para alinhar amanhã”, afirmou o piloto. Por conta do barro na pista, a organização cancelou os treinos da categoria MXF. Entretanto, a gaúcha Maiara Basso aproveitou a sessão da MX3 para se familiarizar com o traçado. E ela gostou do que viu e sentiu. “A pista melhorou bastante no período da tarde, abriram várias linhas e tem apenas duas curvas que estão mais difíceis de fazer. Procurei olhar bem a pista, fiz um treino bem bom e amanhã é só dar o meu melhor. Tenho certeza de que tudo dará certo”, afirmou a heptacampeã brasileira. A equipe Honda Racing de Motocross é patrocinada por Pro Honda, DID, Fox, Pirelli e Honda Seguros.
Brasileiro de Motocross começa com muita lama em Sorocaba
Jetro Salazar, da Honda Racing, defende o título da categoria MX1 no Brasileiro de Motocross 2023. - Crédito: Ney Evangelista/Mundo Press - Sorocaba (SP) - A largada para o Campeonato Brasileiro de Motocross será neste domingo (16/4) em Sorocaba (SP). E os pilotos já começaram a sentir as dificuldades da principal competição do país nas sessões de treinos deste sábado (15/4), pois a lama, resultado das chuvas dos últimos dias, tornou a pista ainda mais desafiadora. A organização modificou a programação de treinos, reduzindo de duas para apenas uma sessão as categorias MX1 e MX2, e cancelou o da MXF. O equatoriano Jetro Salazar, da Equipe Honda Racing, foi o terceiro mais rápido na MX1 e seu companheiro Hector Assunção, o quinto. Eles utilizam motos Honda CRF 450R. Na MX2, Luiz Filipe Filho, também da Honda Racing e com uma moto CRF 250R, marcou o sétimo tempo. Atual campeão brasileiro MX1 e dono de cinco títulos nacionais, Jetro Salazar destacou as condições da pista. “O treino foi mudado na última hora, seriam duas sessões e ficou apenas uma. Torna-se mais difícil porque você já tem de conhecer a pista e fazer volta rápida no mesmo treino. Mas foi igual para todo mundo. Conseguiu fazer P3, para ter uma boa posição no gate de largada para este domingo, que era o meu objetivo. Temos tudo para fazer duas corridas boas e, se Deus quiser, sair com a vitória na primeira etapa”, afirmou o equatoriano. O paulista Hector Assunção, que é dono de 11 títulos do Campeonato Brasileiro, classificou a pista como “desafiadora”, e já saiu do treino traçando planos para a bateria. “O que importa é a corrida. Estou me sentindo bem na moto e quando baixar o gate é que o bicho vai pegar”, disse o piloto. Estreante na Honda Racing, o goiano Luiz Filipe Filho destacou o entrosamento com a nova equipe. “Foi um treino com pista bem pesada, em condições extremas, mas eu fiz o meu melhor e terminei com a P7. Mas dá para melhorar bastante amanhã. Estou me soltando cada vez mais com a moto (Honda CRF 250R) e com a equipe, me sentindo à vontade e cada dia indo em busca da evolução”, destacou o atual campeão goiano das classes MX1, MX2 e MX2Jr. O paulista Fredy Spagnol sofreu uma queda durante os treinos. “A pista estava com bastante barro e eu caí numa reta. A moto escorregou, o meu pé travou e torceu. Não consegui terminar uma volta rápida, mas vamos fazer o possível para alinhar amanhã”, afirmou o piloto. Por conta do barro na pista, a organização cancelou os treinos da categoria MXF. Entretanto, a gaúcha Maiara Basso aproveitou a sessão da MX3 para se familiarizar com o traçado. E ela gostou do que viu e sentiu. “A pista melhorou bastante no período da tarde, abriram várias linhas e tem apenas duas curvas que estão mais difíceis de fazer. Procurei olhar bem a pista, fiz um treino bem bom e amanhã é só dar o meu melhor. Tenho certeza de que tudo dará certo”, afirmou a heptacampeã brasileira. A equipe Honda Racing de Motocross é patrocinada por Pro Honda, DID, Fox, Pirelli e Honda Seguros.
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