Kurita (foto) também diz que o futuro franqueado não deve ter pressa ao escolher uma marca. “A feira um momento de conhecer e comparar propostas. Não é uma oportunidade para comprar, no calor da emoção. É importante que o empreendedor avalie com calma cada rede visitada, pondere os prós e contras e, apenas depois de passar por dois ou três processos seletivos, faça sua escolha”, aconselha.
Thais Kurita traz outras dicas para quem visitará a feira:
1 – Estude os segmentos com os quais você mais se identifica, mapeie as empresas expositoras e pesquise sobre elas – Antes de visitar a feira, tenha em mente os segmentos que você gostaria de conhecer. Assim, fica mais fácil identificar, dentre as empresas expositoras, quais são as que você pode visitar e conhecer. Ter foco, diante de 400 marcas expositoras, é fundamental.
2 – Tenha um roteiro de perguntas para os franqueadores – Crie um roteiro de perguntas para fazer aos expositores e anote as respostas deles. A partir de uma análise que você fará em sua casa, será possível decidir para quais marcas vale a pena solicitar a participação no processo de seleção.
3 – Conheça os canais de varejo operados por cada marca – Atualmente, as marcas operam em mais de um canal de varejo, o que pode ser importante para muitos franqueados. Assim, é possível investir em uma dark kitchen, em uma loja em shopping, um quiosque ou uma microfranquia de uma mesma marca, variando o valor do investimento ou a localidade de implantação da franquia. Conversando atentamente com a franqueadora, o investidor tem a oportunidade de conhecer as opções e adequá-las melhor ao seu perfil.
4 – A marca abriu oportunidade para sua região? – Não adianta você ser apaixonado por uma marca se ela não tem mais espaço em sua região. Pergunte ao franqueador quais são as áreas disponíveis para a abertura de novas unidades franqueadas antes de se empolgar com o negócio.
5 – Cuidado com processos de seleção ‘relâmpago’ – Quando o processo de seleção é muito rápido – e alguns são automáticos – muitas perguntas do franqueado deixaram de ser respondidas e essas dúvidas poderão se tornar problemas futuros. Desconfie da franqueadora que não se importa muito com quem entrará em sua rede.
6 – Converse com franqueados que estão no stand, mas com cautela – Muitas marcas levam aos seus stands franqueados para as ajudarem nas vendas de novas franquias. São os maiores parceiros das marcas, aqueles que têm excelente desempenho e faturam alto. O ideal é que você converse com eles, mas também com outros membros da marca, escolhidos aleatoriamente, além de conhecer ex-franqueados da marca. Lembre-se: o franqueador não usará, como propaganda, aquele franqueado que tem problemas de desempenho.
7 – Não assine documentos na feira – A feira não é o melhor local para assinar o contrato de franquia. Aliás, a lei de franquias (13.966/19) diz que a Circular de Oferta de Franquia deve ser entregue ao candidato à franquia dez dias antes de o contrato ser assinado. Então, se você não recebeu a COF há dez dias, tendo tempo para analisá-la, é ilegal assinar um contrato.
Thais Kurita traz outras dicas para quem visitará a feira:
1 – Estude os segmentos com os quais você mais se identifica, mapeie as empresas expositoras e pesquise sobre elas – Antes de visitar a feira, tenha em mente os segmentos que você gostaria de conhecer. Assim, fica mais fácil identificar, dentre as empresas expositoras, quais são as que você pode visitar e conhecer. Ter foco, diante de 400 marcas expositoras, é fundamental.
2 – Tenha um roteiro de perguntas para os franqueadores – Crie um roteiro de perguntas para fazer aos expositores e anote as respostas deles. A partir de uma análise que você fará em sua casa, será possível decidir para quais marcas vale a pena solicitar a participação no processo de seleção.
3 – Conheça os canais de varejo operados por cada marca – Atualmente, as marcas operam em mais de um canal de varejo, o que pode ser importante para muitos franqueados. Assim, é possível investir em uma dark kitchen, em uma loja em shopping, um quiosque ou uma microfranquia de uma mesma marca, variando o valor do investimento ou a localidade de implantação da franquia. Conversando atentamente com a franqueadora, o investidor tem a oportunidade de conhecer as opções e adequá-las melhor ao seu perfil.
4 – A marca abriu oportunidade para sua região? – Não adianta você ser apaixonado por uma marca se ela não tem mais espaço em sua região. Pergunte ao franqueador quais são as áreas disponíveis para a abertura de novas unidades franqueadas antes de se empolgar com o negócio.
5 – Cuidado com processos de seleção ‘relâmpago’ – Quando o processo de seleção é muito rápido – e alguns são automáticos – muitas perguntas do franqueado deixaram de ser respondidas e essas dúvidas poderão se tornar problemas futuros. Desconfie da franqueadora que não se importa muito com quem entrará em sua rede.
6 – Converse com franqueados que estão no stand, mas com cautela – Muitas marcas levam aos seus stands franqueados para as ajudarem nas vendas de novas franquias. São os maiores parceiros das marcas, aqueles que têm excelente desempenho e faturam alto. O ideal é que você converse com eles, mas também com outros membros da marca, escolhidos aleatoriamente, além de conhecer ex-franqueados da marca. Lembre-se: o franqueador não usará, como propaganda, aquele franqueado que tem problemas de desempenho.
7 – Não assine documentos na feira – A feira não é o melhor local para assinar o contrato de franquia. Aliás, a lei de franquias (13.966/19) diz que a Circular de Oferta de Franquia deve ser entregue ao candidato à franquia dez dias antes de o contrato ser assinado. Então, se você não recebeu a COF há dez dias, tendo tempo para analisá-la, é ilegal assinar um contrato.
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