
O levantamento do Ysos mostrou que os dados vão além da geografia. O perfil dos usuários também oferece um retrato diverso da prática. No quesito gênero, 45% dos adeptos são casais, enquanto 38% são homens e 14% são mulheres. Outras identidades, como crossdressers e travestis, correspondem a 3% da base do Ysos.
Já em termos de preferências, as declarações de interesse selecionadas pelos usuários ao configurar seus perfis reforçam a pluralidade do swing. Casais "ele/ela" lideram as preferências (45,03%), seguidos por mulheres (27,61%) e homens (23,54%). Interesses como "casais ela/ela" (10,37%) e "mulheres trans" (10,33%), indicam uma abertura crescente para novas possibilidades dentro do universo do swing.
O Top 3 pelo Brasil
Os números também ajudam a identificar tendências regionais. No Nordeste, por exemplo, cidades como Salvador, Fortaleza e Recife lideram em número de usuários. Já no Sul, capitais como Curitiba e Porto Alegre dividem o espaço com cidades interioranas como Caxias do Sul e Londrina. No Centro-Oeste, Brasília, Goiânia e Cuiabá são os principais polos. No Norte, além de Manaus e Belém, cidades menores como Manacapuru (AM) e Parauapebas (PA) mostram que a prática vai além das capitais. E no Sudeste, São Paulo, Belo Horizonte e o Rio de Janeiro destacam-se como os grandes epicentros.
Faixa Etária e o Futuro do Swing
A faixa etária dos praticantes também chamou atenção. A maioria (37,40%) está entre 25 e 34 anos, seguidos por usuários de 35 a 44 anos (28,63%). Apesar de menos expressivos, jovens de 18 a 24 anos (10,54%) e pessoas acima de 55 anos (7,50%) também mostram interesse no swing, provando que a prática não tem idade.
O Swing na Era Digital
Para Gustavo, o Ysos desempenha um papel crucial na normalização do swing no Brasil. “Nosso papel é conectar pessoas, facilitando diálogos abertos sobre o tema. O levantamento é apenas um reflexo de como a sexualidade está se transformando, incorporando novas práticas e derrubando tabus”, diz.
Os números também ajudam a identificar tendências regionais. No Nordeste, por exemplo, cidades como Salvador, Fortaleza e Recife lideram em número de usuários. Já no Sul, capitais como Curitiba e Porto Alegre dividem o espaço com cidades interioranas como Caxias do Sul e Londrina. No Centro-Oeste, Brasília, Goiânia e Cuiabá são os principais polos. No Norte, além de Manaus e Belém, cidades menores como Manacapuru (AM) e Parauapebas (PA) mostram que a prática vai além das capitais. E no Sudeste, São Paulo, Belo Horizonte e o Rio de Janeiro destacam-se como os grandes epicentros.
Faixa Etária e o Futuro do Swing
A faixa etária dos praticantes também chamou atenção. A maioria (37,40%) está entre 25 e 34 anos, seguidos por usuários de 35 a 44 anos (28,63%). Apesar de menos expressivos, jovens de 18 a 24 anos (10,54%) e pessoas acima de 55 anos (7,50%) também mostram interesse no swing, provando que a prática não tem idade.
O Swing na Era Digital
Para Gustavo, o Ysos desempenha um papel crucial na normalização do swing no Brasil. “Nosso papel é conectar pessoas, facilitando diálogos abertos sobre o tema. O levantamento é apenas um reflexo de como a sexualidade está se transformando, incorporando novas práticas e derrubando tabus”, diz.
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