“Rita Lee já era empoderada antes da gente saber o que essa palavra significava. Sempre foi uma inspiração, uma figura surpreendente, livre e genial, à frente do seu tempo, independente, forte e sensível. É absolutamente original e apaixonante (falo tudo isso no presente, porque Rita jamais deixará de fazer parte de nós)”, conta Paula. “Quando nos conhecemos, percebi que aquilo que eu enxergava nela desde a infância e a adolescência era ainda mais representativo ao vivo. ‘Mutante’ fazia parte do meu repertório há algum tempo e a resposta do público foi o gatilho para um show inteiro dedicado a ela”. Com direção de Allex Colontonio, Paula traz uma sonoridade swingada surpreendente, que não tem a menor pretensão de melhorar aquilo que já é excelente. Em espetáculo elaborado, autoral e muito bem cuidado, abraça as canções de Rita imprimindo ali suas digitais, sem se resumir ao cover. “Rita Lee é um símbolo da mulher moderna, da mulher que queremos dentro de nós. A atmosfera do show traz a Rita que habita em mim. Uma mistura da sua poesia com a minha identidade sonora particular. Criei uma leitura soul funk, com novos arranjos para as canções da Rita. Eu, Paula Lima, Soul Lee”.
SOUL LEE - Paula Lima canta Rita Lee no Sesc Carmo, em São Paulo
“Rita Lee já era empoderada antes da gente saber o que essa palavra significava. Sempre foi uma inspiração, uma figura surpreendente, livre e genial, à frente do seu tempo, independente, forte e sensível. É absolutamente original e apaixonante (falo tudo isso no presente, porque Rita jamais deixará de fazer parte de nós)”, conta Paula. “Quando nos conhecemos, percebi que aquilo que eu enxergava nela desde a infância e a adolescência era ainda mais representativo ao vivo. ‘Mutante’ fazia parte do meu repertório há algum tempo e a resposta do público foi o gatilho para um show inteiro dedicado a ela”. Com direção de Allex Colontonio, Paula traz uma sonoridade swingada surpreendente, que não tem a menor pretensão de melhorar aquilo que já é excelente. Em espetáculo elaborado, autoral e muito bem cuidado, abraça as canções de Rita imprimindo ali suas digitais, sem se resumir ao cover. “Rita Lee é um símbolo da mulher moderna, da mulher que queremos dentro de nós. A atmosfera do show traz a Rita que habita em mim. Uma mistura da sua poesia com a minha identidade sonora particular. Criei uma leitura soul funk, com novos arranjos para as canções da Rita. Eu, Paula Lima, Soul Lee”.
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