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Metade das exportações para União Europeia e China estão expostas a barreiras come
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra o tamanho do impacto de barreiras comerciais impostas ao produto brasileiro: dos US$ 151 bilhões em exportações para União Europeia e China em 2023, mais de US$ 79 bilhões estão expostos aos obstáculos, o que equivale 23% de todas as exportações do Brasil no ano. A CNI identifica entraves impostos por outros países e notifica o governo brasileiro para o acompanhamento e negociação para eliminação de barreiras, de forma de conjunta. O objetivo é ampliar o acesso a mercados e a participação da indústria no comércio internacional. Foram identificadas 85 barreiras comerciais na 3ª edição do Relatório de Barreiras Comerciais Identificadas pelo Setor Privado Brasileiro, elaborado pela CNI em conjunto com 20 entidades setoriais da indústria. São 10% a mais do que as 77 registrados na edição anterior.
União Europeia (18), China (7) e Japão (7) são os destinos com mais barreiras identificadas. Em seguida, destacam-se Argentina (6), Arábia Saudita (5), México (5), Índia (4), Estados Unidos (4), Colômbia (3) e Uruguai (3). Em relação à classificação, foram listadas 22 barreiras sanitárias e fitossanitárias (SPS), 17 de regulamento técnico (TBT), 17 de imposto de importação, nove de sustentabilidade, 5 de licenciamento de importação e 15 outras medidas, como cota tarifária de importação e subsídios.
União Europeia (18), China (7) e Japão (7) são os destinos com mais barreiras identificadas. Em seguida, destacam-se Argentina (6), Arábia Saudita (5), México (5), Índia (4), Estados Unidos (4), Colômbia (3) e Uruguai (3). Em relação à classificação, foram listadas 22 barreiras sanitárias e fitossanitárias (SPS), 17 de regulamento técnico (TBT), 17 de imposto de importação, nove de sustentabilidade, 5 de licenciamento de importação e 15 outras medidas, como cota tarifária de importação e subsídios.
Comissão aprova projeto que abre novo prazo para recadastramento de armas de uso permitido ou restrito
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| Marx Beltrão recomendou a aprovação da proposta |
Mudanças no texto original
A medida consta do substitutivo elaborado pelo relator, deputado Marx Beltrão (PP-AL), para o Projeto de Lei 1266/23, do deputado Marcos Pollon (PL-MS), e um apensado do mesmo autor. O relator mudou o texto original para ajustar a redação à legislação vigente.
Comissão aprova projeto que estabelece diretrizes para políticas públicas voltadas à família

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que trata de políticas públicas para a família e cria um mês comemorativo voltado ao fortalecimento da convivência familiar e comunitária.
A relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), apresentou parecer favorável ao substitutivo da então Comissão de Seguridade Social e Família ao Projeto de Lei 18/20, do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR).
O texto original só criava o mês comemorativo em maio. Julia Zanatta mudou para dezembro. Além disso, o substitutivo estabelece uma série de diretrizes para as políticas públicas voltadas à família.
Segundo a proposta aprovada, é dever do Estado estabelecer políticas e serviços que atendam às especificidades e necessidades das famílias e possibilitem a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária.
Estruturada ou preservadora? Entenda as diferenças das técnicas de rinoplastia
Os dados mais recentes, divulgados pela Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face (ABCPF), em 2020, evidenciam que a cirurgia foi o procedimento facial mais realizado entre os brasileiros. Neste mesmo ano, um levantamento da Isaps (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, na sigla em inglês), apontou que cerca de 88 mil rinoplastias foram feitas no Brasil. Além disso, o termo "rinoplastia" foi o mais buscado no Google Trends no primeiro semestre de 2022.
“O nariz é uma característica central do rosto e, muitas vezes, pequenas alterações podem ter um impacto substancial na aparência e autoestima de um indivíduo”, afirma o cirurgião plástico Gustavo Zampar, especialista em rinoplastia.
Novas tecnologias de monitoramento ajudam a aumentar a segurança nas cidades
A sensação de insegurança no Brasil tem aumentado de forma alarmante, conforme aponta o mais recente levantamento do Datafolha, realizado em março deste ano. Segundo a pesquisa, 39% dos brasileiros se sentem muito inseguros ao caminhar pelas ruas ao anoitecer, o que corresponde a quase quatro em cada dez pessoas. Tais estatísticas trazem à tona o sentimento de vulnerabilidade que incomoda os cidadãos nas cidades por todo o país. Diante dessa realidade, o setor de segurança eletrônica está em expansão. Em 2023, o segmento cresceu 13,75%, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), e há previsões de um aumento de 18,5% para 2024. Essa expectativa se dá principalmente pela implementação de recursos modernos baseados em inteligência artificial, além de avanços em telecomunicações e automação. Enquanto os condomínios privados têm adotado dispositivos de controle para monitoramento, é importante reconhecer que as ruas ainda precisam de maior atenção no que diz respeito à segurança.
Palestrantes divergem sobre proposta que criminaliza posse e porte de drogas
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| Ricardo Salles é o relator do projeto de lei na CCJ |
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