A “Pesquisa do Mercado Imobiliário – Cidade de São Paulo”, divulgada recentemente pelo Secovi-SP, indica 10.482 imóveis novos comercializados em março na Capital. Deste total, 34% estão na Zona Sul, região que lidera todos os indicadores imobiliários no município. A boa performance, com perspectivas ainda melhores no primeiro quadrimestre do ano, deve-se às condições mais favoráveis de financiamento e ao empenho do brasileiro em sair do aluguel para o imóvel próprio.
Diante dos valores dos aluguéis, que segundo especialistas são baseados em torno de 0.5% do valor da venda, assumir mensalmente a parcela do financiamento tem peso na decisão do consumidor.
O empenho pela conquista do imóvel próprio vem contribuindo para a ampliação da oferta imobiliária na Capital e atraído novos investimentos para a metrópole. Caso exemplar é da EBM Desenvolvimento Imobiliário. Como oportunidade de suprir a demanda por moradias de médio padrão, a maior construtora do Centro-Oeste lançou na Vila da Saúde, Zonal Sul de São Paulo, o Wish 675.
Projeto Social da COOP contribui com a qualidade de vida de centenas de pessoas em vulnerabilidade
Um de seus programas é o de Benefício às Entidades, criado em 2002 e com total apoio de seus mais de 1 milhão de cooperados. Com o objetivo ser o elo entre quem deseja ajudar e quem precisa, ele faz parte do pilar Coop Faz Bem Pra Comunidade da sua plataforma de responsabilidade, Coop Faz Bem, e desde a sua criação a iniciativa já beneficiou 6 mil pessoas e 319 entidades com recursos de mais de R$ 6,7 milhões, dinheiro avalizado pelos cooperados durante Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada anualmente.
Uso excessivo do inglês nas empresas e no ambiente on-line: como lidar?
É claro que o inglês facilita a comunicação em um mundo cada vez mais conectado. Instituições que operam em diversos países precisam de uma língua comum para evitar mal-entendidos e ajudar na organização, alinhamento de atividades e ideias no geral. No entanto a adoção excessiva do inglês nas empresas brasileiras, por exemplo, pode gerar exclusão de colaboradores que não possuem familiaridade com a língua e dificultar a integração de profissionais que não dominam o idioma. Tudo isso pode impactar a produtividade, além de limitar o crescimento profissional desses indivíduos, bem como a interação com as equipes. Com isso, não é à toa que muitos buscam aprender o idioma. Segundo dados da Student Travel Bureau de 2023, o número de brasileiros interessados em aprender inglês cresceu 36%.
Desse modo, é importante que as organizações estejam atentas não só a adequarem sua cultura interna nesse sentido, se necessário, mas também investir na formação linguística dos funcionários. Outra alternativa pode ser oferecer cursos de Business English, o que, além de promover o bem-estar em time, pode gerar bons frutos no ambiente corporativo, com colaboradores sabendo falar em calls internacionais, escrever e-mails para interfaces de outros países ou auxiliando em negociações estratégicas em inglês.
PL 1904 agride a dignidade das meninas e mulheres vítimas de estupro, diz PCDOB

Isso porque o projeto tem por objetivo impedir realização de aborto após 22 semanas de gestação sem levar em consideração que gestações decorrentes de estupro de crianças geralmente são percebidas após esse período. O PL 1904/2024 retrocede na legislação brasileira de 1940 que permite o aborto em situação de estupro quando a gravidez representa risco à vida da mulher ou em caso de feto anencéfalo.
Informe da FAO: A produção mundial de pesca e aquicultura atinge novo recorde histórico
Aquicultura supera pela primeira vez a pesca de captura na produção de animais aquáticos, segundo a publicação "O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura 2024". 10/06/2024 - A produção mundial de pesca e aquicultura atingiu um recorde na produção aquícola de animais aquáticos, superando pela primeira vez a pesca de captura, de acordo com um novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicado dia 7 de junho (sexta). A última edição do relatório "O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura" (SOFIA, na sigla em inglês) indica que a produção mundial de pesca e aquicultura em 2022 elevou-se a 223,2 milhões de toneladas, 4,4% a mais que em 2020. A produção incluiu 185,4 milhões de toneladas de animais aquáticos e 37,8 milhões de toneladas de algas. América Latina e o Caribe produziram 17,7 milhões de toneladas de produção pesqueira e aquícola, 8% do total mundial, crescendo para 9% quando considerada apenas a produção de animais aquáticos.
“A FAO valoriza as importantes conquistas alcançadas até agora, mas são necessárias mais ações transformadoras e adaptativas para fortalecer a eficiência, inclusividade, resiliência e sustentabilidade dos sistemas alimentares aquáticos e consolidar seu papel na luta contra a insegurança alimentar, mitigação da pobreza e governança sustentável”, afirmou o Diretor-Geral da FAO, QU Dongyu. “Por isso, a FAO defende a Transformação Azul, para atender aos requisitos gerais de uma melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e uma vida melhor, sem deixar ninguém para trás”.
O relatório SOFIA foi apresentado no sábado dia 8 de junho, no evento de alto nível sobre ação oceânica "Imersos na Mudança" em San José, Costa Rica.
“A FAO valoriza as importantes conquistas alcançadas até agora, mas são necessárias mais ações transformadoras e adaptativas para fortalecer a eficiência, inclusividade, resiliência e sustentabilidade dos sistemas alimentares aquáticos e consolidar seu papel na luta contra a insegurança alimentar, mitigação da pobreza e governança sustentável”, afirmou o Diretor-Geral da FAO, QU Dongyu. “Por isso, a FAO defende a Transformação Azul, para atender aos requisitos gerais de uma melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e uma vida melhor, sem deixar ninguém para trás”.
O relatório SOFIA foi apresentado no sábado dia 8 de junho, no evento de alto nível sobre ação oceânica "Imersos na Mudança" em San José, Costa Rica.
Ana Luiza Ferreira e Bia Castro são as mais novas professoras confirmadas no curso São Paulo na Broadway
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STJ: Condomínios com medidor único devem cobrar tarifa mínima de água
Por unanimidade, a 1ª seção do STJ reconheceu que condomínios com medidor único devem cobrar a tarifa mínima de água e esgoto, além de pagar índice progressivo sobre o volume excedente.
No caso, um condomínio no Rio de Janeiro apresentou recurso requerendo a aplicação da menor faixa de cobrança, sem a observância da tarifa básica, ou mínima, paga pelos outros usuários do sistema.
Para STJ, condomínios com um único hidrômetro devem cobrar tarifa mínima de água e esgoto.
No caso, um condomínio no Rio de Janeiro apresentou recurso requerendo a aplicação da menor faixa de cobrança, sem a observância da tarifa básica, ou mínima, paga pelos outros usuários do sistema.
Para STJ, condomínios com um único hidrômetro devem cobrar tarifa mínima de água e esgoto.
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