Região de São Paulo gerou 366.586 novas vagas de emprego em maio, segundo Caged

A região de São Paulo gerou, em maio, 366.586 novas vagas de emprego, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No período, os municípios com maior número de contratações foram São Paulo (234.334), Barueri (22.772) e Guarulhos (17.837). O número de demissões no período foi de 350.300, fechando o mês com saldo positivo de 16.286 empregos formais. As cidades com maior número de demissões foram São Paulo (223.817), Barueri (21.620) e Guarulhos (17.548). Entre os novos contratados na região, 53,32% eram homens e 46.68% mulheres. Em relação ao nível de escolaridade, a pesquisa mostra que 67,18% dos trabalhadores tinham ensino médio completo, sendo que a maior parte (27,81%) tinha entre 18 e 24 anos. O Caged aponta, ainda, que serviços o setor responsável pelo maior número de contratações em maio. Os municípios da região incluem: São Paulo, Arujá, Barueri, Biritiba-Mirim, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jandira, Juquitiba, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santa Isabel, Santana do Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, Suzano, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista.

The Manhattans faz apresentação única no Espaço Unimed

O Espaço Unimed, uma das principais casas de shows do Brasil, anuncia mais um grande show internacional. The Manhattans fará apresentação única em São Paulo no dia 05 de julho de 2024 (sexta-feira). Formado em 1962, na cidade de Nova Jersey, o trio reúne Gerald Alston, Troy May e Lawrence Newton e apresentará ao público brasileiro um repertório recheado de hits dos anos 60 e 70, como “Kiss and Say Goodbye”, “Shinning Star”, “There’s no Me Without You”, “Forever By Your Side”, que fez parte da trilha sonora da novela brasileira “A Gata Comeu”, entre vários outros sucessos. Um dos maiores grupos soul music e R&B, o The Manhattans tinha como formação original George Smith (que faleceu em 1970, sendo substituído por Gerald Alston e que continua no grupo até hoje), Winnie Lovett, Kenny Kelly, Ernest Bivens e Richard Taylor. Mas, foi com Gerald Alston que os Manhattans gravaram todos os seus maiores sucessos, tornando a banda mundialmente conhecida. 

Comissão aprova notificação de vítimas sobre soltura de condenados

Texto aprovado é substitutivo do relator, Delegado Palumbo
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece procedimentos para notificar vítimas e agentes de segurança pública sobre a soltura de condenados. Pela proposta, as instituições do sistema penal deverão notificar as vítimas e os agentes de segurança pública que efetuaram a prisão sobre a concessão de liberdade provisória a condenados, saídas temporárias e o término do cumprimento de pena. O texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Delegado Palumbo (MDB-SP), para o Projeto de Lei 834/24, do deputado Júnior Mano (PL-CE).
O relator inseriu na proposta a obrigação de as penitenciárias incluírem imagem atualizada do condenado na notificação. “A inclusão de uma imagem atualizada do condenado na notificação é uma medida adicional de segurança que visa facilitar o reconhecimento por parte das vítimas e dos agentes de segurança pública”, disse.

Com 35 anos de carreira no cinema, a baiana Sol Moraes é a grande homenageada da 7ª Mostra Lugar de Mulher é no Cinema

O Encontro Internacional da Diversidade Cultural foi responsável por reunir organizações de mais de 40 países. Em breve, Sol tem novas obras para serem distribuídas, sendo elas: Nina, Longe do Paraíso e A Pele Morta. Formada em Cinema pela Universidade Federal da Bahia, e com passagem na chefia de gabinete da Prefeitura Municipal de Lençóis, a artista reflete sobre as transformações da área, olhando para elas sobre o aspecto positivo e negativo.
Enoe Lopes Pontes - Quando e como foi a sua primeira experiência com o cinema? (Podendo essa resposta ser sobre você como espectadora e como profissional).
Sol Moraes - A minha primeira experiência no cinema foi mágica. Eu tinha 08 anos e estava passando uma procissão na rua, a procissão do Senhor do Passos em Lençóis, e na multidão estava José Wilker, que estava fazendo o maior sucesso na novela da Globo e eu fiquei assustada, como ele estava a li na minha cidade fazendo o filme Diamante Bruto do Orlando Senna e também na TV a noite, continuando em Lençóis....(risos). Naquele dia criou-se uma semente da magia do cinema na minha cabeça e coração.
ELP - Em seus longos anos de carreira, como você descreveria as transformações do audiovisual brasileiro, seja em aspectos positivos e/ou negativos?
SM - Como tudo na vida o cinema também passou por suas transformações. Pensando na minha caminhada, as transformações começaram pela bitola; o set de começou em 35mm uma câmara imensa e com uma equipe reduzida. Hoje a câmara é minúscula e a equipe triplicou. O que nos mostra a transformação do entendimento dos departamentos como uma engenharia da produção, onde as profissões se estabelecem, se consolidam e criam novos formatos. Mesmo que a AI chegue desempregando muita gente, mudando a forma de desenhar um projeto, de apreender imagens, de empregar pessoas, porém a narrativa e a estética serão sempre mais brilhantes com a mão humana. A Legislação mudou pelo avesso, hoje temos a Lei que nós lutamos por ela, a 12.485/2009 que mudou a forma de fazer cinema no Brasil, passando a ser AUDIOVISUAL, onde os estados se reorganizaram, empresas e técnicos surgiram. Os aspectos positivos é que as pessoas tendem a conhecer mais os seus direitos, seu lugar de fala e ter e um leque maior de escolhas e principalmente cada vez mais pessoas tem acesso ao fazer audiovisual. Os aspectos negativos é que seguimos com a concentração de verbas, mesmo fora do eixo. A Lei do Audiovisual segue no Sudeste, e as empresas fora do eixo que se dizem grandes, não acessam outros mecanismos a não ser o FSA.
ELP - Como você encara o espaço dado para a mulher dentro do cinema brasileiro antes e agora?
SM - Pois é, ninguém nos dá nada e nem eu quero nada dado. Mas o espaço conquistado pelas mulheres para min é muito significante. Sempre existimos, mas agora podemos fazer reparação e muitas vezes jogar luz e confetes ao que já está posto. Eu tenho 35 anos de cinema, nunca vivi ocupando as páginas dos jornais, pois nunca paguei para isso e nunca usei nenhum artifício para. Mas acho que sim escrevi a minha história do meu jeito. Talvez nunca esteja num livro, se eu não a escrever, talvez nunca seja capa de jornal, mas tenho a consciência que construir alicerces para muitas gerações e que mulheres como Edyala, Sylvia Abreu, Conceição Senna, Helena Ignês, e tantas outras, também construíram caminhos para a minha geração. É sempre um passar de bastão, alguns com muita luz e outros na penumbra.
ELP - Agora, falando sobre a parte mais criativa, digamos assim, da sua carreira, como funciona o seu processo de criação na função de cineasta?
SM - Só corrigindo, toda parte é criativa, desde o ato de pensar uma história, a montar um trilho no set, a construir uma luz e um cenário, a construção de uma planilha de excel para o pagamento da equipe de um set. Eu me formei em cinema pela UFBA, depois de mais de 20 anos no set de cinema, e fui para academia exatamente protestar que produtor não é para carregar piano, é para criar possibilidades para um projeto exitoso. Então, desde a ideia a escritura de um roteiro, eu procuro está presente como produtora de todo o processo, pois para mim o cinema que vai para tela depende da sua pesquisa, do seu desenvolvimento, da equipe que você escolhe do processo que você impacta no set, não só dentro das filmagens, mas no seu entorno, e como você quer que essa obra chegue até às pessoas.
ELP - Sobre a Araçá Filmes, que já conta com quase 30 anos, como foi a criação da produtora, quais foram suas motivações para realizar este intento, qual diagnóstico você faria, pensando nos planos que você tinha, lá em 1996, e como a Araçá é agora?
SM - Eita, A Araçá Azul nasceu de um momento que eu estava mudando radicalmente de vida, me jogando de cabeça para o amor e para os experimentos da vida. Foi pensada pelo meu ex-sócio e na época parceiro, que me disse que eu já havia crescido demais para continuar como CLT. Devo esse salto a ele, Tito Gardel. No segundo momento eu transformei a Araçá Filmes em produtora, e comecei a me colocar como empresária no mercado. Mas vi que não era o que eu queria, ser mais uma empresa sem números de filmes. É quando eu encontro meu segundo parceiro que, como eu, era apaixonado por histórias, gente, espaços, sonhos, e começamos a escolher que filmes queríamos fazer, os cursos que queríamos dar, os filmes que queríamos exibir, desde os filmes comerciais, para pagar as contas aos filmes não comerciais para sonharmos, provocar debates em nosso cineclube e trazer reflexões para novos momentos.
ELP - E hoje? Como as coisas estão?
SM - Hoje, viúva e com uma nova escrita para minha vida, a Araçá Azul Filmes, é uma junção do ontem e do hoje, que tem interesse em ser co-produtora, sem ser a detentora da execução, mas sim da criação de impacto sociocultural/ambiental. Quero pegar projetos que tenham impactos que pense no home e no planeta, através das suas histórias. Numa sociedade mais justa, participativa e democrática.
ELP - Quando você fez os cursos da UFBA, você já contava com uma vasta experiência profissional, como foi esta relação que você estabeleceu/estabeleceu com a academia?
SM - Bom eu e a academia só passamos a nos entender através da transversalidade revolucionária do Bacharelando Interdisciplinar de Artes da UFBa em 2009. Eu já havia passado pela FACOM em 1982, depois pela FTC em 2003, mas só me encantei pela academia em 2009, quando foi aberto o BI, e ingressamos ainda por vestibular da UFBa. A Grande área que nos é proposto pelo curso antes da concentração é uma revolução. Na verdade, todo universitário deveria passar pela grande área, é ali que nos encontramos, experimentamos e percebemos de fato o que queremos da vida universitária. Foi ali, na grande área, que eu fiz introdução a Economia, Sociologia, Psicologia, Direito, Administração, Contabilidade, eu VAGUEI pelas matérias que eu achava que tinha a ver com a Engenharia da Produção cinematográfica. E na concentração eu mergulhei em todo o processo da evolução do cinema. E mais tarde, já na FTC me deparei com o livro “CINEMA: Sonho e Lucidez” do Fernando Coni Campos, um cineasta que me fez olhar para a construção técnica aliada a magia, o empírico e o acadêmico, a instrução e a intuição. E foi quando eu fiz as pazes com a academia e entendi que quanto mais conhecemos uma estrutura, mais podemos transformá-la.
ELP - Dentro de seus projetos, você acredita que existe algum destaque, que foi uma virada para sua carreira?
SM - Vários. Desde a Fábrica de Imagens, que fomos as primeiras pessoas a trazer formação para as novas gerações, na Bahia. Na época trouxemos o João Moreira Salles, a Elisa Tolomelli, o Walter Carvalho. O curta Lotação, nosso primeiro curta que formou várias pessoas, e nos arriscamos sozinhos filmando em 16mm... O Cega Seca, que foi nosso primeiro curta com verba, dialogando com laboratórios. E filmamos em 35mm. O Anjo Daltônico que filmamos pela primeira vez em DIGITAL. Os Estranhos, nosso primeiro longa, DIGITAL, que lança dos Jovens no mundo cinematográfico dos Adultos, Paulo Alcântara e Carla Guimarães. Jardim das Folhas Sagradas, de Pola Ribeiro, minha primeira assinatura como Produtora Executiva e voltando para o 35mm. Capitães da Areia que faço minha primeira coprodução, Rio;Bahia. Na verdade, cada projeto é uma virada na nossa forma de pensar cinema, pois nosso crescimento está nessas viradas.
ELP - Mas, tem algum que se destaca de alguma maneira?
SM - Talvez, em mim o que me foi uma virada na minha carreira cinematográfica, foi fazer o Tieta. Pois eu trabalhava há 6 anos na Truque Cinema e Vídeo, que foi a minha base nesse mundo, mas com CLT, sem me experimentar como produtora.
ELP - Uma pergunta que talvez seja clássica (risos), como foi a experiência de sair de um trabalho como Tieta para ser a produtora local do clipe do Michael Jackson? (Eu tinha que perguntar, risos).
SM - (risos) Pois é, era algo que não havia colocado no meu currículo, por achar que um clipe era algo menor (risos). Mas parece que impacta (risos). Produzir o clipe "They Don't Care About Us" dirigido pelo Spik Lee, na época, era mais para ganhar bem e continuar junto a equipe do Tieta, que foi uma equipe que me deu amigos irmãos para vida. Tanto é que nem uma foto eu fiz com o Michael Jackson e nem com o Spik Lee, só depois que fiz o curso de cinema que vim entender a dimensão do que foi está num set comandado pelo Spik Lee, hoje teria feito fotos e colocado no meu stories (risos). Mas claro que foi importante trabalhar com uma equipe internacional e brasileira, com um monstro do cinema e outro da música. Me faltou esperteza em utilizar isso para meu currículo.
ELP - Agora, com uma trajetória tão intensa e importante para o audiovisual brasileiro, quais são os desafios que você ainda deseja ultrapassar? Tem ainda?
SM - Os desafios, ironicamente não mudam, são os mesmos de todas as gerações. A invisibilidade do nosso cinema, a falta de políticas para que nossos filmes cheguem na ponta.
E para isso tenho dois projetos que criei, faz uns 15 anos, e que só agora começam a nascer.
1 – A Engenharia da Produção, que fala da importância do conhecimento e entendimento da importância da produção no cinema como mola propulsora para a visibilidade dos nossos filmes.
2 – Os Filmes que eu não vi, que é um projeto para revisitar filmes não vistos, que acaba de ser contemplado pela Água Doce, da minha sobrinha Amanda e que é uma das sobrinhas que deverá levar meu legado para frente.
ELP - Sobre a Mostra Lugar de Cinema, como você enxerga o evento e a escolha do festival de homenagear uma mulher importante para o cinema nacional?
SM - Olha, a mostra tem um lugar muito especial no meu coração, pois foi na pandemia, quando Lili, Hilda e Morgana, me convidaram para uma Live. Eu estava em casa só, sem poder ver ninguém, e pensando como seria a minha vida pós pandemia, e uma janela virtual me apresentou para o mundo novamente, a janela da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema. Foi lindo, eu havia cortado os cabelos, e choveu elogios que massageiam o meu ego feminino, me fez sentir viva e me reconectou com as pessoas e muita gente começou a me ligar para outras lives. Obrigada a Mostra. Essa mostra é um projeto que vi nascer, em 2017, 12 anos após “I Festival CineMulher” em 2005, da Lola Laborda. Um hiato de 12 anos para nascer outra tentativa de ter uma mostra com o recorte focado na mulher. Isso já diz muito. Cito este festival para que nós mulheres nunca apaguemos outras inciativas, mas sim fortalecemos, registramos e assim nos impulsionamos. Acho que a Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, além de lançar luz sobre as mulheres que estão na lida do dia a dia, e hoje com um recorte muito mais amplo como mulheres indígenas, não binárias, pretas, brancas, sem cor, sexagenárias, ele ajuda a faz uma retrospectiva da história de muitas mulheres e a sua invisibilidade.
ELP 1 Para finalizar, me conta qual a sensação de você ser homenageada pela Mostra? Qual a sensação?
SM - Nossa, estou ficando velha (risos). Brincadeiras à parte… Primeiro é uma alegria ser reconhecida no seu ofício, nos dá uma sensação de que de alguma forma plantamos algo que valeu a pena. Sei que me trará uma visibilidade que eu não provoco no meu dia a dia, mas entendo que é de suma importância para nos posicionarmos para o mundo, estético/histórico, como EU EXISTO. Mas a sensação melhor é que mulheres como eu, que estão na luta para a construção para a visibilidade das mulheres, com carinho e generosidade, ascenderam um holofote sobre min. Isso é uma sensação de afago, de acolhimento, e que lógico também afaga o nosso ego. Então, toda a minha gratidão a mostra por esse reconhecimento, nas pessoas de Tulani, Nina, Day e Hilda. Tudo na vida é um efeito cascata, a passada de bastão existe para que possamos seguir nos reinventando, nos acolhendo, nos experimentando, e principalmente, nos enxergando, dando as mãos e tornando visíveis. Tem uma música, que é uma letra simples, mas que uma frase nessa música foi gatilho para a vida: “EU NÃO POSSO MUDAR O MUNDO, MAS EU BALANÇO, EU BALANÇO O MUNDO”. É de uma compositora, atriz. Potiguar, Juliana Linhares, que se radicou no Rio de Janeiro. Hoje em dia eu não sinto uma autoria sem citar o autor, principalmente a mulher, (risos)/ É uma frase que me faz pensar que só mudamos a partir de nós, das nossas iniciativas, do nosso primeiro passo. E é balançando que provocamos transformações.
Assessoria de Imprensa: Enoe Lopes Pontes - 71 996888787

Depeche Mode Experience, maior tributo da banda inglesa de eletrônico, se apresenta em Santos pela primeira vez

No sábado (29), a partir das 22 horas, Santos será invadida pela nostalgia dos anos 1980 com show da Depeche Mode Experience, considerado a maior banda tributo do influente grupo inglês de pop eletrônico, no festival Viva Music, no Arena Club. Pela primeira vez na cidade, os argentinos trazem a turnê ‘The Singles Tour 2024’. A Tears For Fears Experience abre a casa. Os intervalos serão comandados pelo DJ Ricardo Crunfli, com um setlist composto por músicas dos anos 1980 a 2000. Conhecida como DM Experience, a banda tributo argentina está em atividade desde 2013 e é formado por Steve Bryan (vocal), Gabriel Stanizzo (teclado e programação), Ignacio Bolivar (teclado e guitarra), Gustavo Urkel (guitarra e baixo) e Guillermo Garadezabal (bateria). O tributo recria uma experiência autêntica da banda original em suas apresentações ao vivo. O grupo argentino presta uma homenagem aos integrantes David Gahan, Martin Gore e Andy Fletcher.

Fashion Weekend Plus Size - Confira a programação completa e gratuita.

Evento acontece na Fábrica de Cultura do Jd. São Luis nos dias 13 e 14 de julho e reúne feira de moda plus size, palestras, oficinas artísticas e culturais, shows e desfiles, tudo com entrada franca. A 20ª Fashion Weekend Plus Size (FWPS), edição de “Novos Talentos” acontece nos dias dias 13 e 14 de julho na Fábrica de Cultura do Jd. São Luis. O evento é o único no Brasil que reúne feira de moda, desfiles, oficinas, palestras e shows em um único lugar. E o melhor, com entrada 100% gratuita. O evento é uma realização da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do governo do estado de São Paulo, com apoio do Proac, Instituto Poiésis e Fábricas de Cultura. A Direção é de Renata Poskus e Vilma Queiroz.

Relações mais autênticas demandam autoconhecimento

Como manter conexões humanas mais autênticas? Em um mundo cada vez mais digital e acelerado, muitas pessoas estão se sentindo perdidas, sem clareza sobre quem são ou o que realmente desejam na vida, percebendo a necessidade de criar relações mais saudáveis, seja no trabalho, na família ou com amigos. O caminho para a reconexão passa por desenvolver uma compreensão profunda de nossos pensamentos, emoções e necessidades. Esse processo de autoconhecimento promove resiliência emocional e nos permite estabelecer conexões mais autênticas e satisfatórias com os outros.
“O ser humano é um ser social, nasceu para a interação humana, por mais que ela seja tão desafiadora e complexa. É no encontro com o outro que eu encontro a minha própria essência. Então, a falta de conexão também impacta nossa saúde mental e emocional. Sem conexão, não criamos vínculos, o gera uma sensação de solidão. Podemos estar rodeadas de pessoas e, mesmo assim, nos sentir vazias”, afirma Caroline Mendes, consultora em desenvolvimento humano e organizacional.