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Décimo terceiro salário em dia evita multas e ações trabalhistas para empresas
O fim de ano se aproxima e, com ele, o pagamento do décimo terceiro salário, um direito garantido a todos os trabalhadores com carteira assinada. Para muitos, o benefício extra representa uma ajuda importante nas despesas de final de ano. Mas para as empresas, o pagamento do décimo terceiro exige um bom planejamento financeiro e atenção aos prazos, já que o descumprimento dessa obrigação pode resultar em sérias consequências jurídicas e financeiras. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o não pagamento do décimo terceiro dentro dos prazos pode resultar em multa administrativa. “O valor da multa pode variar dependendo da quantidade de empregados afetados e do tempo de atraso. Além disso, o empregador pode ser obrigado a pagar juros sobre o valor devido, o que aumenta ainda mais o custo do descumprimento”, explica o advogado especialista em gestão de riscos, Sandro Wainstein. Além disso, se o décimo terceiro salário não for pago, os empregados têm o direito de entrar com uma ação trabalhista. Wainstein explica que “nesse caso, além de terem o direito de receber o benefício, os trabalhadores podem reivindicar danos morais e, em alguns casos, até mesmo indenização por danos materiais devido ao descumprimento da lei. Isso gera custos adicionais para a empresa, como honorários advocatícios, e pode prejudicar a sua imagem no mercado”.
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Conferência Diálogos Amazônicos traz reflexões sobre o futuro da Amazônia
No segundo trimestre de 2024, o PIB do Amazonas alcançou R$ 42,9 bilhões, um crescimento de 6,40% em comparação ao 1º trimestre de 2024. O evento reforçou o papel da indústria na construção de um futuro mais sustentável e inovador para a Amazônia com debates sobre defesa territorial, bioeconomia e investimentos. Na última sexta-feira, 08/11, a FGV EESP recebeu a conferência Diálogos Amazônicos. O evento reuniu autoridades e lideranças empresariais locais e nacionais para debater o futuro econômico e sustentável da Amazônia brasileira, como o presidente do Conselho Superior do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Luiz Augusto Barreto Rocha; a coordenadora da Comissão de Assuntos Legislativos do CIEAM e diretora de desenvolvimento de negócios, Rebecca Garcia; Régia Moreira Leite, coordenadora da Comissão de ESG do CIEAM e diretora da Impressoras Amazônia; Julio Koga, conselheiro do CIEAM e vice-presidente industrial da Moto Honda da Amazônia e Denis Minev, diretor-presidente da Bemol.
Durante os debates, os executivos compartilharam suas perspectivas sobre os desafios e oportunidades para o PIM (Polo Industrial de Manaus) e toda a região amazônica. Para Luiz Augusto, a vocação da Amazônia é a indústria. “O Amazonas, ao lado de São Paulo e Santa Catarina, tem a maior arrecadação de impostos sobre produção e, mesmo com incentivos, a ZFM (Zona Franca de Manaus) tem mais eficiência em gerar tributo proporcionalmente ao PIB dos demais estados”, explica.
Péri abre o verão com “Canções Flutuantes” na Casa Rosa
Dizem que “o bom filho, à casa torna”, um ditado sempre apropriado e com um duplo sentido perfeito para anunciar o novo show do cantor e compositor Péri, que é baiano, está radicado em São Paulo há três décadas e voltará a Salvador com a missão de abrir o verão na Casa Rosa com suas “Canções Flutuantes”, no dia 14 de dezembro, às 22h. Ingressos estão à venda pela plataforma Sympla. “É lindo voltar a Salvador, onde nasci, encontrar os amigos e compartilhar a minha arte em uma apresentação feita especialmente para abrir a estação mais esperada do ano, em um espaço democrático como a Casa Rosa e de frente para o mar, uma das minhas fontes de inspiração”, conta Péri, animado com essa proposta de um show alegre e dançante, em que estará acompanhado por uma banda pocket, com o músico multi-instrumentista Rodrigo Fonseca e participações especiais. Com apresentação única no Pátio Viração, bem no meio da boemia do bairro do Rio Vermelho, onde toucou por alguns anos, ainda adolescente, em bares, hotéis e restaurantes, Péri reviverá suas memórias afetivas trazendo um repertório pulsante dos volumes 1, 2 e 3 do seu 11º álbum, além de um spoiler do volume 4, o último, ainda a ser lançado. O projeto é uma pequena antologia da sua obra, com uma discografia marcada por canções e letras que embalam os diferentes sentimentos do artista e de sua época, na sua voz e na de outros intérpretes, pelo selo musical Baticum Music, com músicas autorais, releituras e parcerias com obras inéditas.
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